Augusto Ruschi nasceu em 12 de dezembro de 1915, em Santa Tereza (Espírito Santo). Desde criança já se interessava e pesquisava sobre as coisas da natureza. Fez muitos cursos, estudou muito e sempre se preocupou com as causas ecológicas; sabia que o homem estava destruindo a natureza e lutou pela sua preservação. É autor de várias obras sobre Botânica, Zoologia e Ecologia; publicou mais de 400 trabalhos.
O que lhe interessou de maneira especial foram os beija-flores. Isto porque no Estado do Espírito Santo havia muitas espécies desses pássaros. Mas, com o desmatamento e a destruição de grande parte da floresta natural da região (Mata Atlântica), esses animais começaram a ser ameaçados, pois além de suas casas, perderam sua alimentação (pequenos insetos e néctar das flores). Hoje só existem 2% de floresta intacta.
Por isso, Augusto Ruschi trabalhava na reprodução dos beija-flores em viveiros, que são lugares onde as espécies em extinção podem viver e se procriar como se estivessem na floresta, e depois eram soltos.
Pelos seus inúmeros trabalhos e luta constante em prol da natureza, recebeu o título de "Patrono da Ecologia no Brasil", em 1994.
O cientista morreu durante a Semana do Meio Ambiente e foi sepultado em 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, em 1986, aos 71 anos de idade.
FAR – Fundação Augusto Ruschi luta pela educação e conscientização da população sobre a importância de se preservar o meio ambiente.
A cédula de 500 cruzados novos que circulou em 1990 homenageou Augusto Ruschi.
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